UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
FACULDADE DE EDUCAÇÃO – FACED
PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO
Módulo 5: Práticas Pedagógicas e TIC
Docente: Maristela Midlej
Orientadora de Aprendizagem: Rosane Vieira
Data: 21/05/2011
Cursistas: Luciana de Santana Vidreira Santos
Maria do Rosário de Carvalho Souza
Proposta de prática pedagógica com integração de Tecnologias
Tema: sexualidade na adolescência
Objetivo geral: Proporcionar ao aluno condições de esclarecer dúvidas acerca da adolescência, bem como de manifestar-se em relação a comportamento, atitudes, ansiedade e característica dessa fase.
Objetivos específicos
• Identificar as mudanças que ocorrem no corpo humano desde nascimento.
• Perceber as mudanças físicas e comportamentais típica da adolescência.
• Conhecer o sistema genital masculino e feminino.
• Reconhecer o ciclo menstrual e a importância de cada fase.
• Identificar o processo da fecundação.
• Conhecer as etapas de gestação e desenvolvimento do feto, bem como os cuidados durante a gravidez.
• Reconhecer as conseqüências enfrentadas pelas adolescentes com uma gravidez não desejada e do plano medico, psicológico social e econômico.
• Desenvolver e construir uma opinião própria sobre o aborto a partir da analise dos fatores nele envolvidos.
• Reconhecer a eficácia da camisinha e a necessidade do sexo seguro.
• Conhecer outros métodos contraceptivos.
• Conhecer as principais DSTs.
• Criar hábitos de higiene e cuidados com o corpo.
Conteúdo
Crescimento e mudanças no corpo humano.
Sistema genital masculino e feminino.
Ciclo menstrual.
Fecundação, gravidez e gravidez na adolescência.
Aborto.
Métodos contraceptivos.
DSTs.
Higiene do corpo.
Público alvo:
Adolescentes na faixa etária entre 12 a 16 anos (Alunos 8° e 9° ano)
Tempo Necessário
Seis semanas – aproximadamente um mês e meio
Recursos
Livro didático
Revistas, jornais
Papel pautado
Computador – internet, PowerPoint
DVD
Data show
Desenvolvimento
Para tornar este projeto mais dinâmico e atrativo para os nossos discentes, optamos por desenvolvê-lo utilizando as tecnologias que favorecerão aprendizagem e a construção do conhecimento, sabendo que alguns podem não ter acesso total as mesmas, estabelecemos então a sala de informática da Unidade Escolar como ambiente propulsor das atividades a serem realizadas.
Estratégias
1. Pesquisa e leitura de texto em livros didáticos, internet e artigos sobre os temas:
• Crescimento e mudanças no corpo humano.
• Sistema genital masculino e feminino.
• Ciclo menstrual.
• Fecundação, gravidez e gravidez na adolescência.
• Aborto.
• Métodos contraceptivos.
• DST.
• Higiene do corpo.
2. Assistir em DVD filmes relacionados com o tema;
3. Construção de resumos e mapas conceituais no PowerPoint na sala de informática;
4. Produção de uma cartilha informativa no computador pelos alunos para divulgação.
Cronograma:
1ª SEMANA – divisão da equipe e do tema de cada grupo;
2ª SEMANA – assistir DVD e vídeos de curta duração relacionada ao tema para sensibilização;
3ª SEMANA – pesquisa no laboratório de informática;
4ª SEMANA –Coleta das pesquisas realizadas por cada grupo;
5ª SEMANA – confecção de cartilha informativa e construção de mapas conceituais em PowerPoint no laboratório de informática;
6ª SEMANA – Apresentação dos grupos da cartilha e dos mapas conceituais no Data show.
Avaliação
• Os alunos deverão no final da 6ª semana fazer:
• Apresentação dos slides com os mapas conceituais.
• Debates e discussões sobre cada tema.
• Construção de um painel com a síntese de cada equipe, enfocando o que cada grupo pesquisou.
Referências
FAGUNDES, Tereza Cristina Pereira Carvalho. Ensaio sobre educação, sexualidade e gênero. Salvador: Helvécia, 2005, v. 1.
BARBOSA, Maria Paquelet Moreira.Oficinas sobre Sexualidade e Gênero. 1. ed. Salvador-Ba: Helvécia, 2007, v. 1. P. 167
LOPES, Gerson. Conversando com a Criança Sobre Sexo. Quem Vai Responder? Belo Horizonte: Autêntica, 2001.
______________. Conversando com o Adolescente Sobre Sexo. Quem Vai Responder? Belo Horizonte: Autêntica, 2001.
VILELA, Maria Helena & EGYPTO, Antonio Carlos. O assunto é sexo. E é sério: In: Nova Escola, ano XXIII, nº 214, ago. 2008, p. 38 – 46.
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/orientacao.pdf
terça-feira, 24 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
sábado, 7 de maio de 2011
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segunda-feira, 21 de março de 2011
Corpos mutantes: ensaios sobre novas (d)eficiências corporais/organizado por Edvaldo Souza Couto e Silvana Vilodre Goellner – 2. Ed. – Porto Alegre: Editora da UFRGS,2009
Neste ensaio, Couto discute o corpo como parte integrante dos processos de mudanças que a velocidade das tecnologias promove tanto na sociedade como no sujeito.
O autor retrata a esperança Ciborgue e o desejo que o homem tem de usar as tecnologias para fabricar o homem biônico (já visto em antigas series da TV), dando a conhecer que o homem vai além da ficção.
O autor também nos fala sobre a esperança não apenas da salvação da pele (externa), mas a idéia fixa na recuperação dos órgãos internos de muitos pacientes que precisam de transplantes, é cada vez mais a preocupação em estudar as células-troncos (que é uma técnica que além de evitar as rejeições é fácil e barata), que irá solucionar outro grande problema que é a doação de órgãos .
Faz uma contra partida em que o homem não está apenas preocupado na salvação da vida, também está de olho na aparência capitalista que esse corpo proporciona. Cada vez mais há exploração comercial do corpo, e é neste contexto que as pessoas passam a ser vistas como mercadoria.
Finaliza nos fazendo ver que a estética do corpo mutante hoje é muito grande, que as pessoas estão cada vez mais preocupadas e com pressa em aperfeiçoar, redesenhar o seu corpo como desejo individual e adotando as tecnologias mais modernas, para redefinir e promover o corpo tão sonhado.
Este artigo a autora nos fala da abordagem do corpo feminino deficiente em oposição aos padrões corporais idealizados vigentes nos meios de comunicação de massa.
Mostra os elementos relacionados à juventude e o vigor das técnicas e estratégias desde exercícios físicos as cirurgias plásticas.
O texto fala que o corpo canônico é o corpo ideal, idealizado e desejado pelos meios de comunicação e vai deparar com a mulher deficiente que precisa viver e afirmam como pessoa, mulher e cidadã neste contexto social e cultural.
O artigo de Fontes, vai mostrar as transformações sociais e políticas que possibilitaram e conduziram o corpo ao status de identidade social e pública, como o corpo passou a ser valorizado pela beleza, juventude, sensualidade e boa forma.
É este corpo canônico constituído ou alterado mediante práticas, métodos e artifícios que foram aperfeiçoados ao longo do século XX com o desenvolvimento das tecnologias e da ciência em si, que passa atender uma sociedade de consumo voltada a modificar tudo o que acha imperfeito ou diferente .
Já o corpo dissonante só será atrativo e consumível na cultura de massa quando apresentado sob a configuração de espetáculo ou denuncia, por isso que fugir dessa associação de monstruosidade real, seja via obesidade ou velhice faz com que muitos recorram à construção do corpo canônico, visto como um padrão do que se acredita ser o ideal.
Terceira Idade, Expressão Quase Hegemônica - Annamaria da Rocha Jatobá Palacios
Neste artigo a autora faz uma abordagem evidenciando as diferenças entre o que é a velhice e a estar vivendo na terceira idade. Enfoca com precisão como as propagandas de cosméticos chegam como garantia de uma melhor aparência e vida saudável e destaca o aumento da expectativa de vida das pessoas constatada através de dados estatísticos. Mostra que as pessoas hoje consomem mais produtos de beleza e tem uma vida ativa (prática exercícios físicos e/ou indo a uma faculdade) muito mais que os “velhos” do passado. Faz uma reflexão em relação à contribuição do discurso publicitário em torno da beleza e como este tema é visto no espaço cultural criando na população uma cultura de preservação através do uso de produtos ou técnicas que possibilitem o bem estar, ser velho hoje significa muito mais do que se pensa, você pode ir além das limitações que a idade antes impunha as pessoas com mais idade.
As mudanças sociais vêm acompanhadas das mudanças discursivas das propagandas e essa novas tendências vem contribuindo para propagação dessas idéias que o termo terceira idade ou velhice não tem tanta importância se vivido com estilo , mesmo que o termo terceira idade signifique uma pessoa madura e atual e o termo velho identifique ultrapassado ou seja o que importa hoje independente do estado ou idade é uma melhor qualidade de vida.
Corpos amputados e Protetizados: “Naturalizando” Novas Formas de Habitar o Corpo na contemporaneidade – Luciana Loureane PaivaA autora trata neste artigo das transformações após as suas mortes reais e simbólicas de um corpo novo ou um corpo reinventado. Ela faz uma comparação do nosso corpo com a nossa casa, onde precisamos está sempre cuidando e modificando.
Neste artigo a autora cita Le Breton (2003) onde o corpo é visto e orientado, e o individuo é julgado por sua perfeição ou por seu fardo (feiúra, doença ou deficiência).
Fala que as transformações do nosso corpo podem ocorrer por vontade própria ou independente de nossos desejos como no caso de acidentes ou doenças,pois pode-se hoje através das tecnologias renovar ou trocar “peças envelhecidas” ou mesmo reprojetá-las para se conseguir um corpo dito perfeito. .
A autora apresenta um trabalho com um olhar voltado para as intervenções de técnicas cirúrgicas que opta por abordar os corpos amputados e o uso de próteses funcionais, este estudo desenvolvido em uma clinica privada especializada na reabilitação e protetização de pessoas submetida a amputação de um segmento corporal, procurando entender os efeitos produzidos pela amputação do corpo e na vida dessas pessoas. Esse estudo foi feito com um grupo de pacientes que passaram por esse processos causado por diabetes ou acidentes onde eles estavam passando por um processo de adaptação e ajuste para a colocação da prótese.
Os entrevistados compartilham suas histórias abordando suas vivências ocorridas antes perfeitas ou normais e hoje amputada e como lidar com essa nova identidade, onde a superação do seus limites será a luta constante do seu destino.
Mostra que o indivíduo passa por um processo de aceitação e (re) familiarização desse novo corpo onde será julgado no olhar do outro, onde será necessário um novo ressignificado para sua nova vida.
Também trás a importância da tecnologia nessa invasão no território produzido conhecimentos biológico na evolução biotecnologia – tornando o corpo lugar de privilégios das técnicas e o destino certo das maquinas.
Faz uma relação como é difícil em adaptar a prótese inicialmente no corpo e como a mesma passa a fazer falta no corpo à medida que o tempo passa e este se adapta ao seu uso. Mostra o incomodo que ela causa diante do olhar das pessoas e seu olhar ao se ver como um homem meio máquina.
domingo, 24 de outubro de 2010
tecnociencia
É relevante lembrar a importância que a distinção entre ciência e tecnologia desempenhou no universo intelectual do período imediatamente posterior à segunda Guerra Mundial. Chocada com o impacto das bombas atómicas de Hiroshima e Nagasaki, a comunidade científica deparou-se com a necessidade de distinguir ciência e tecnologia.
Ainda atualmente, são muitas as vezes em que a ciência é tida e confundida com a tecnologia. Na realidade, e apesar da sua estreita relação, estas são completamente distintas.
A ciência consiste num conjunto de verdades, logicamente encadeadas entre si, de modo a fornecerem um sistema coerente. Subjectivamente, é um conhecimento certo das coisas por suas causas ou por seus princípios. Proporciona ao Homem um conhecimento objetivo da realidade. Tal conhecimento pode e deve ser aplicado para tornar mais eficiente a produção da vida material, e tal aplicação constitui a tecnologia. Esta, por sua vez, irá contrastar com a técnica que se refere a outros recursos não informados pelo conhecimento científico, de que o homem se vale para resolver problemas práticos
Por um lado, a ciência constitui a fonte da tecnologia e fornece-lhe as formas e o saber que irão permitir criar tecnologias (por exemplo: microscópicos, tubos de ensaio, termómetros, etc). Por outro lado, o progresso da ciência está dependente dessas tecnologias que, por exemplo, permitiram a criação do termômetro que nos possibilitou saber a ebulição e solidificação da água a 100º e 0º, respectivamente. Mas, e apesar das suas diferenças, a ciência e a tecnologia estão intimamente interligadas fazendo com que, embora seja possível fazer a sua distinção, na prática é impossível separá-las pois o desenvolvimento e o progresso de ambas assenta na sua cooperação mútua. Assim, deverão ser tratadas como uma unidade, daí o conceito…tecnociência.
TECNOCÊNCIAS
AULA 23/10/2010 - MÓDULO 2
Sobre tecnociência - Jonei Cerqueira Barbosa
à Ciência
· Aborda o mundo natural e social;
· Preocupa-se com “o que é” o mundo social;
· Procura o significado do mundo através da pesquisa (uso do método científico).
à Tecnologia
· Trata de modificar, alterar e/ou controlar o mundo natural e social;
· Relativo ao que pode ser desenvolvido para satisfazer necessidades humanas;
· Envolve “invenção”, “inovação”, etc.
Ciência + Tecnologia = TECNOCIÊNCIA
Tecnociência é um conceito amplamente utilizado na comunidade interdisciplinar de estudos de ciência e tecnologia para designar o contexto social e tecnológico da ciência. O termo indica um reconhecimento comum de que o conhecimento científico não é somente socialmente codificado e socialmente posicionado, mas sustentado e tornado durável por redes materiais não-humanas.O termo "tecnociência" foi criado pelo filósofo belga Gilbert Hottois em fins dos anos 1970
Documentário - A Última Hora
Documentário instigante narrado por Leonardo DiCaprio e contando com a participação de diversos cientistas, pensadores e autoridades em projetos de sustentabilidade, alertando sobre as consequências nefastas do desrespeito do homem ao Planeta em que vive e propondo formas de atenuá-las. Aborda, dentre outros, os seguintes problemas:
- Ânsia de Crescimento Econômico Ilimitado
- Catástrofes Naturais:
- Chuvas Ácidas
- Enchentes
- Furacões
- Secas
- Tsunamis
- Consumismo
- Desmatamento de Florestas
- Desertificação
- Derretimento das Calotas Polares
- Poluição Industrial
- Zonas Mortas no Oceano
- Arquitetura Ecológica
- Consciência Ecológica
- Frugalidade
- Energias Alternativas
- Células de Hidrogênio
- Energia Eólica
- Energia Solar
- Projetos Sustentáveis
- Reflorestamento
- Respeito ao Planeta
- Veículos Alternativos
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Resenha sobre o livro: Educação e Cibercultura
Educação e cibercultura
Organização: Lynn Rosalina Gama Alves
Jamile Borges da Silva
O presente livro apresenta uma coletânea de textos que abordam a iniciativa da secretaria Municipal de Salvador em adotar as tecnologias como suporte pedagógico, a trajetória do projeto implantado, suas implicações, dificuldades, desafios e perspectivas. Ainda neste livro é retratada a importância da formação do professor redimensionamento/ revisão do currículo dentro das escolas.
1. Internet nas escolas: Uma utopia digital – Jamile Borges da Silva/Lynn Rosalina Gomes Alves
Neste artigo as autoras nos reportam a importância do envolvimento dos professores para a efetivação do projeto Internet nas Escolas, iniciado na Escola Novo Marotinho situada na Periferia da nossa cidade.
Ela traça a trajetória do Projeto e suas implicações como a formação do GEP (grupo de Estudos Permanente) com o objetivo de dar uma formação pedagógica aos docentes do PIE ( Projeto Internet nas Escolas) e sua reestruturação surgindo em seu lugar o PETI(Programa de educação e Tecnologias inteligentes). A intencionalidade não era utilizar a tecnologia como ferramenta e sim como suporte pedagógico nas escolas.
Então , o percurso deste projeto levou a produção de textos que culminaram na elaboração do livro Educação e Cibercultura com o objetivo de formar
Professores - pesquisadores que se sintam parte do processo e como tal capazes de fazer inferência, mudanças, dialógicas, entre outro como esse novo universo itinerante e interativo.
Enfim a escola não pode ficar alheio,estáticos às novas tecnologias, pois como autora nos traz este projeto é uma “utopia” possível de ser concretizada, vivida e sentida.
2. Escola: incluindo ou excluindo?? Batya Ribeiro dos Santos
O texto retratado pelo autor nos mostra que as tecnologias surgiram dentro da escola para avançar o processo de aprendizagem, já que ao longo da história a escola continua ao invés de incluir os nossos alunos acabam por excluírem.
Com a globalização, as tecnologias aparecem como um processo/ movimento sócio – político de derrubada de fronteiras sejam elas físicas ou ideológicas e a sociedade passa a falar uma mesma linguagem, mas é preciso ficar atento porque o controle continua na mão dos mesmo que sempre estiveram no poder.
A escola pode e deve entrar como estruturante para formação do individuo desse novo mundo, tem que se instrumentalizar para atender a demanda desse novo contexto.
Como já foi dito por Levy “a escola é o estoque, porque é um saber completo e acabado”, “o que se aprende não pode ser modificado o saber é absoluto”.
Não cabe mais ao professor o papel de detentor de todos os saberes , ele deve promover a autonomia e a participação do aluno no processo de formação , criando seres humanos pensantes, criativo , critico responsável pela construção do seu conhecimento.
O grande desafio é a transformação do currículo com a chegada das TICs. Para mudar a escola é necessário que os atores que participa destas mudanças, aprendam a construir conhecimentos.
A escola publica sai em desvantagem porque enfrentam problemas de todas as partes, seja por falta de recursos, seja por desinteresse. Com isso a escola continua formando excluídos, o sem acesso as novas tecnologias.
3. A Escola e as tecnologias inteligentes – Edna Soares Barretto
Neste artigo a autora faz um panorama do mundo atual e a velocidade em que estão ocorrendo às mudanças e formação de uma sociedade do conhecimento e que a escola não pode mais ficar alheia e deve perceber que o professor neste contexto assume o papel de mediador do conhecimento ajudando o aluno a aprender, apreender e compreender o mundo.
A autora neste contexto nos reporta ao uso das tecnologias inteligentes, focando a internet já fazer que parte do cotidiano de todos nós.
A internet permite um universo de ações que não se limita a comunicação e surge nas escolas encantando os alunos e professores, com a característica de elemento estruturante redimensionando a pratica pedagógica nas escolas. Ao mesmo tempo a autora nos traz duvidas quanto a escola estar preparada para este novo horizonte que a internet possibilita a ela.
Neste artigo percebe-se a quanto é importante que a escola redimensione sua pratica e busque um suporte para que possa usufruir de forma satisfatória todas as possibilidades que esta rede proporciona. O currículo neste novo contexto necessita ser revista e repensado para que obtenha o sucesso desejado.
4. Computadores e internet na escola: O que muda? – Joselito Lima de Souza
O autor faz uma analise critica da forma compartimentalizada e fragmentada do currículo dentro da escola e aponta o professor como mero reprodutor dos interesses da classe dominante, ao não repensar sua pratica de forma critica e transformadora, assumindo uma postura passiva e permissiva diante desta realidade.
Com a chegada da tecnologia nas escolas, o professor deverá rever a sua pratica e com isso rever a sua formação para que ele possa acompanhar esse novo cenário, pois é um desafio que ele necessita acompanhar e superar passando a mediar o conhecimento e potencializar as ações desenvolvidas por ele e assim contribuindo de forma efetiva para a construção do saber dentro da escola com a troca de experiências de todos.
Dentre três abordagens quanto ao uso das tecnologias dentro das escolas, a que mais atende as nossas expectativas é a terceira, pois mostra o papel que a escola assume levando o aluno a “aprender e aprender” sendo o docente o mediador deste conhecimento, haja vista que diante desta abordagem o currículo se torna vivo, itinerante, flexível e dinâmico, utilizado a tecnologia para dinamizar este processo.
5. O professor a as tecnologias intelectuais: Uma parceria que pode dar certo. – Gabriel Nascimento
O autor nos mostra que a tecnologia já faz parte do nosso cotidiano e cada vez mais é necessária nos apropriamos dela.
Com o surgimento dos laboratórios de informática e tecnologia na nossa escola, torna ainda mais necessário o repensar da nossa pratica pedagógica, já que somos filhos de uma escola tradicional e somos pais de filhos tecnológicos onde nossos alunos “metade do que aprende é através da imagem” como afirmam pesquisa feita por norte americano.
Neste contexto não cabe mais ao professor olhar as tecnologias como concorrentes e sim como aliadas, não pode deixa o medo dominar o novo. Tem que buscar novas práxis para uma re-construção do seu saber.
O professor agora tem um grande desafio para assegurar essas mudanças com a chegada da escola informatizada. Só acontecerá mudança se o professor resgatar o prazer de ensinar e aprender través da ressignificação da sua pratica pedagógica, é preciso coragem e muita luta para mudar.
6. Uma reflexão sobre currículo e tecnologia inteligente na Rede Municipal de Educação de Salvador – Talamira Taita R. Brito
Neste texto a autora começa fazendo uma reflexão do mundo que está em constantes mudanças, nos mostra que este mundo está inteiramente globalizado, com processo rápido de informações, mas como escola instituição social não está exercendo o seu papel, já que vem deixando de ser um espaço de produção de saberes para ser apenas reprodutora dele.
Coloca uma preocupação na implantação no projeto Tecnologia Inteligente na Rede Municipal de Ensino de salvador, onde analisa o currículo, levantando um pouco do histórico das implantações do CEB – Ciclo Básico de Ensino e do PEB – Programa de educação básica, que até o presente momento não existe um documento que deixe claro na concepção do currículo do próprio município, fazendo com que muitos professores não entenda ou não se aproprie do processo.
Não que seja contra ao processo das TI na Rede Municipal, acredita que essa é a forma de finalmente concorrer com o ideal, que é a democratização do acesso as tecnologias e comunicação, mas é necessário trazer as TI para dentro da rede com uma visão de currículo bem esclarecido – Pensar o currículo como um hipertexto – que considere o mundo fora da escola como via de acesso ao conhecimento.
O texto deixa claro que é impossível fala de TI sem repensar a área do currículo, tem que traçar os rumos da escola, do papel político do professor e aluno, e a maneira como esse conhecimento deve ser concebido e realizado.
O projeto pedagógico da rede municipal deve apresentar claro para todos, que não pode ser do interesse da minoria para que aconteça como um processo da mudança social.
A coletânea textos é interessante, mais um pouco repetitiva.
Gostei muito do ultimo texto que faz a analise do papel da Rede Municipal de Ensino dentro do currículo referente a implantação das TICs nas escolas municipais de Salvador, acho muito válida a preocupação da professora, também sinto que as coisas acontece na prefeitura de para queda, espera que essa nova proposta tenha inicio, meio e fim, e que realmente aconteça uma reformulação do currículo.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Projeto de intervenção
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAH
FACULDADE DE EDUCAÇÃO – FACED
PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO
Projeto de intervenção
Tema: sexualidade na adolescência
Publico alvo: alunos 8° e 9° ano
Problemática
A transição entre a fase de desenvolvimento infantil para fase da adolescência exerce mudanças físicas e comportamentais nos jovens e desencadeados dúvidas em relação às transformações que o corpo passa, trazendo em si dúvidas e receio de se discutir ou procurar informações a respeito deste processo.
É necessário transmitir a esses jovens a importância que estas mudanças têm na sua vida e perceberem ainda que apesar das dificuldades que às vezes encontram dentro da sua própria família em dialogar com os seus pais sobre o assunto é necessário o esclarecimento e o conhecimento para melhor adaptação e aceitação do seu corpo em transformação física e emocional.
Diante desta temática julgamos ser necessário oferecer condições de um trabalho de intervenção maior sobre o assunto, uma vez que nossas aulas têm como objetivo principal a formação do aluno enquanto ser humano, capaz de crescer, e realizar-se plenamente e assumindo o seu papel de cidadão dentro da sociedade a qual faz parte e para tal utilizaremos as tecnologias para a realização desse trabalho, pois as mesmas fazem partes da realidade desses jovens.
Objetivo geral: Proporcionar ao aluno condições de esclarecer dúvidas acerca da adolescência, bem como de manifestar-se em relação a comportamento , atitudes, ansiedade e característica dessa fase.
Objetivos específicos
· Identificar as mudanças que ocorrem no corpo humano desde nascimento.
· Perceber as mudanças físicas e comportamentais típica da adolescência.
· Conhecer o sistema genital masculino e feminino.
· Reconhecer o ciclo menstrual e a importância de cada fase.
· Identificar o processo da fecundação.
· Conhecer as etapas de gestação e desenvolvimento do feto, bem como os cuidados durante a gravidez.
· Reconhecer as conseqüências enfrentadas pelas adolescentes com uma gravidez não desejada e do plano medico, psicológico social e econômico.
· Desenvolver e construir uma opinião própria sobre o aborto a partir da analise dos fatores nele envolvidos.
· Reconhecer a eficácia da camisinha e a necessidade do sexo seguro.
· Conhecer outros métodos contraceptivos.
· Conhecer as principais DSTs.
· Criar hábitos de higiene e cuidados com o corpo.
METODOLOGIA:
Buscando a aplicação e o desenvolvimento desse projeto de maneira atrativa e motivadora, decidiu-se pela :
1. Leitura de textos no livro didáticos, internet, artigos dos temas;
· Crescimento e mudanças no corpo humano.
· Sistema genital masculino e feminino.
· Ciclo menstrual.
· Fecundação, gravidez e gravidez na adolescência.
· Aborto.
· Métodos contraceptivos.
· DSTs.
· Higiene do corpo.
2. Assistir em DVD filmes relacionados com o tema.
3. Construção de resumes e mapas conceituais, blog da turma na sala de tecnologia.
4. Produção de uma cartilha informativa pelos alunos para divulgação e apresentação no blog.
CRONOGRAMA:
AVALIAÇÃO
· Apresentação dos slides como os mapas conceituais.
· Apresentação do blog da turma
· Discussões e colocações sobre cada tema.
REFERÊNCIAS
· FAGUNDES, Tereza Cristina Pereira Carvalho. Ensaio sobre educação, sexualidade e gênero. Salvador: Helvécia, 2005, v. 1.
· ____________________. BARBOSA, Maria Paquelet Moreira. Oficinas sobre Sexualidade e Gênero. 1. ed. Salvador-Ba: Helvécia, 2007, v. 1. 167 p
· LOPES, Gerson. Conversando com a Criança Sobre Sexo. Quem Vai Responder? Belo Horizonte: Autêntica, 2001.
· ______________. Conversando com o Adolescente Sobre Sexo. Quem Vai Responder? Belo Horizonte: Autêntica, 2001.
· VILELA, Maria Helena & EGYPTO, Antonio Carlos. O assunto é sexo. E é sério: In: Nova Escola, ano XXIII, nº 214, ago. 2008, p. 38 – 46.
· http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/orientacao.pdf
ÉTICA DOS HACKERS
Pekka Himanen, um estudante finlandês, doutorado aos 20 anos em Filosofia na Universidade de Helsínquia e que atualmente trabalha na Universidade de Berkeley, lançou um livro chamado “The Hacker Ethic and the Spirit of the Information Age” (A Ética Hacker e o Espírito da Era da Informação). Nele, explica que hacker é "uma pessoa que programa entusiasticamente e que acredita que compartilhar informação é um poderoso bem concreto e que seja um dever moral compartilhar a sua perícia escrevendo software livre e facilitando o acesso a informação e a recursos computacionais onde for possível", é alguém que "acha programar intrinsecamente interessante, empolgante e divertido". Ele diz que "quando usamos o termo de 'hacker', estamos a empregá-lo no sentido original, em que era referido no início dos anos 60 - ou seja, uma pessoa para quem programar é uma paixão.
É esse compromisso que os "hackers" têm com a informação, é essa paixão pela criatividade que se transformou na ética "hacker" e isso tem tudo a ver com a inclusão digital da sociedade. Himanen fala das maravilhosas contribuições que os "hackers" trouxeram à informatização
ética "hacker" propaga a idéia de paixão e prazer pelo trabalho. O dinheiro, para ele, não é visto como algo essencial
Segundo Himanen, um hacker não é um delinqüente, vândalo ou um pirata da informática com grandes conhecimentos técnicos (este é o cracker), mas sim todo aquele que trabalha com grande paixão e entusiasmo pelo que faz. Materiais da Mesa-redonda sobre o rádio na educação: experiências e diálogos.
Aula 10/09/2010
Mediada por Cesar Leigo
Radio na Educação Experiência e diálogos
Contou com a participação de três palestrantes
1° palestrante foi Carla Regina que expôs o tema Radio na Escola – Proposta Criativa
Ela nos mostrou como fazer uma estruturação do projeto da Rádio Escola- como são criados os textos, a responsabilidade da cada grupo e os prazos determinados. Que o rádio pode ser usado como interdisciplinaridade – informes gerais - cultural – jornalísticos – rádio história – rádio teatro – boletins com informações climáticas e geográficas.
Colocando as etapas de criação – pesquisa do conteúdo – produção dos textos – produção do roteiro de entrevista – reunião de pauta – processo de produção da rádio escola – apresentação do programa.
Para Carla o educador tem que está à frente, utilizar as tecnologias em sala de aula. Nas escolas o rádio veio depois do computador é importante para criar alunos pensadores e criadores.
2° palestrante foi Fernanda Leuturian do Projeto Cipó – comunicação interativa que tem como missão criar oportunidade para o pleno desenvolvimento e a participação social, cultural e política de crianças, adolescentes e jovens, por meio da democratização da comunicação e da educação.
Este projeto tem como objetivo:
Desenvolver ações com professores e alunos da escola pública.
Utilizar tecnologias como ferramentas integradoras dos vários atores da comunidade escolar em torno da elaboração de produtos de comunicação.
Contribuir para desenvolvê-lo a leitura crítica da mídia e a democratização dos meios de comunicação
Explicou a montagem do projeto na escola, que vem atuando desde 2000.
E nos mostrou o que possível produzir: Sport educativo, notícias, entrevistas, enquetes, programa de variedades, vinhetas e músicas.
Falou dos equipamentos e sofweres utilizados .
E também mostraram o que pode ser provocado dando alguns exemplos: envolvimento da comunidade escolar – desencoberta de potenciais – responsabilidades – espírito de liderança – acesso crítico ao meio de comunicação – produtores.
Finalizado com algumas recomendações, tais como : tem que ser um projeto da escola, a produção tem que ser coletiva e o estudante têm que exercer sua criatividade e expressar o que deseja.
O projeto é importante porque fortalece o projeto político pedagógico da escola estreito laços sentimentais e potencializa a aprendizagem.
O último palestrante foi da Rádio Educadora onde nos mostrou que tem uma programação voltada para educação e também nos mostrou 5 telenovelas sobre personalidades da Bahia.
Dando exemplo da Maria Felipa que conta a história de umas das mais importantes personagens da luta da Independência da Bahia.
Concluiu que é possível faz radio com o teor educativo.
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